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SP-3 SR-3 / SP-4 SR-4

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Ferroviário, uma carreira imponente que teve sua glória desgastada ao longo dos anos, mas nem por isso perdeu o brilho e até hoje ainda é motivo de orgulho para quem passa a maior parte de sua vida em cima de um trem, ou ao lado dele.

Última atualização em Ter, 30 de Abril de 2019 15:29 Leia mais...
 

Transporte de carros mafersa (Materiais Ferroviários SA) para ABPF (Ass. Brasileira de Preservação Ferroviária) CPTM (Cia. Paulista de Trens Metropolitanos)

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Foi atualizada a galeria de fotos do transporte de carros mafersa EFA, ABPF, CPTM, com novas fotos ! Acessem !

Última atualização em Ter, 19 de Março de 2019 01:33
 

SD18

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Nos anos 50, o Brasil passou por um intenso processo de industrialização que gerou grandes mudanças no perfil de transporte das ferrovias, onde o foco principal deixou de ser o transporte de passageiros e de pequenas mercadorias que atendiam a população e passou a ser o transporte das cargas das novas indústrias.
No caso da Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB) ou 6º Divisão Central da RFFSA (Rede Ferroviária Federal S.A., mais conhecida apenas como "Central") o foco principal foi o crescente transporte de graneis como o minério de ferro, calcário, carvão e vários outros produtos utilizados pela nova indústria nacional e pela siderurgia, assim como o transporte de praticamente toda a produção dessas empresas e também a sempre crescente demanda da exportação de minério de ferro.

Última atualização em Seg, 17 de Abril de 2017 03:27 Leia mais...
 

SF30C

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Nos Estados Unidos, desde o tempo das locomotivas a vapor era comum as ferrovias reconstruírem e modernizarem suas locomotivas. Com as locomotivas diesel-elétricas não foi diferente e algumas ferrovias tiveram destaque neste quesito, como por exemplo as oficinas da Santa Fe em Cleburne no Texas e em San Bernardino na Califórnia, da Illinois Central em Paducah no Kentucky, da Chicago & North Western em Oelwein no Iowa e da Southern Pacific em Sacramento na Califórnia. Alguns exemplos de reconstrução realizados em Sacramento podem ser vistos na página das SD40-3, onde vieram algumas destas unidades para a MRS.
Curiosamente sempre foram envolvidas nestes programas de reconstrução e modernização as locomotivas GM/EMD (General Motors / Electro Motive Division). As locomotivas GE (General Electric) foram muito pouco utilizadas, algumas apenas como experimentos e a grande maioria ignorada. Porém, a Santa Fe foi exceção, e entre 1985 e 1986 foi dado inicio ao primeiro grande programa de reconstrução e modernização de locomotivas GE, reconstruindo suas U36C (3600 HP) (foto acima) para o padrão SF30C (3000 HP) (foto abaixo).

Última atualização em Qua, 25 de Fevereiro de 2015 05:55 Leia mais...
 

C30-S7R

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Nos anos 80 a GE (General Electric Company) começou a dominar uma fatia do mercado americano com a introdução da sua nova geração de locomotivas DASH-8, e para completar sua linha, ela passou a oferecer a partir de 1989 os modelos remanufaturados conhecidos como "Super 7". Estes modelos saíram nas versões de quatro eixos (B-B) e seis eixos (C-C).
Os modelos (B-B) foram designados como B23-S7R (2300 HP), mantendo basicamente as especificações das B23-7, uma vez que todas as "Super 7" (B-B) tiveram como base para sua construção antigas U23B da ATSF (Atchison, Topeka & Santa Fe), da WP (Western Pacific) e da UP (Union Pacific).
Os modelos (C-C) foram designados como C30-S7R (3000 HP) e mantêm basicamente as especificações das C30-7, uma vez que todas as "Super 7" (C-C) tiveram como base para sua construção antigas U30C e U36C da
UP (Union Pacific) e da MILW (Milwaukee Road), antigas U33C da SRS (Southern Railway) e da D&H (Delaware&Hudson) e várias U36C, U36CG, C30-7 e C36-7 da NdeM (Nacionales de Mexico).
A letra ''R'' no nome das "Super 7" é para designar que elas são ''remanufaturadas'', ou seja, construídas a partir de outra locomotiva e a letra ''S'' é para designar que elas pertencem a geração ''Super 7''. O nome "Super 7" é utilizado mais por uma questão de marketing, lembrando que ambas as locomotivas mantêm praticamente todos os padrões de uma DASH-7, diferenciando em melhorias elétricas e mecânicas no padrão DASH-8, sem falar do seu design muito
parecido com as locomotivas desta geração.


A GE iniciou a produção do seu primeiro protótipo "Super 7", a B23-S7R # 2000, em agosto de 1988 na sua fábrica em Erie na Pennsylvania. Foi aproveitado nesta locomotiva e em todas as outras da série o chassi, os truques, tanque de combustível, carcaças dos motores de tração, bloco dos motores diesel, alternadores de tração, caixas de engrenagens (coroa e pinhão) e o equipamento do freio a ar. Em contrapartida foram montados componentes da geração DASH-8 nos motores diesel, como o sistema de injeção de combustível, turbocompressor, controles microprocessados e o controle de aderência Sentry da GE, além de toda uma nova "carcaça" construída nos padrões DASH-8.
Em 1988 foi adquirida da Bombardier
a fábrica da MLW / ALCO (Montreal Locomotive Works / American Locomotive Company) em Montreal no Canadá, pois a produção das novas locomotivas para as ferrovias americanas saturou a fábrica em Erie. No mesmo período a empresa Morrison-Knudsen (atual Washington Group International) foi subcontratada para a produção de mais duas B23-S7R, as # 2001 e # 2002, e das três primeiras C30-S7R , as # 3000, # 3001 e # 3002, montadas entre abril e julho de 1989 a partir das U33C # 3811 e # 3812 da Southern Railway (SRS) (foto acima) e da U30C # 2956 da Union Pacific (UP), ficando estas seis locomotivas cedidas como "locomotivas de demonstração" para as ferrovias testarem e avaliarem seu desempenho.
Estas três primeiras C30-S7R ''protótipos'' atualmente fazem parte da frota da MRS, numeradas respectivamente como # 3501, # 3502 e # 3503.

Última atualização em Qui, 17 de Julho de 2014 00:12 Leia mais...
 


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